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quarta-feira, março 06, 2013

Conheça o Chromium OS, o sistema operacional do Google


Recentemente, o Google lançou um novo sistema operacional.
Ele tem a intenção de brigar com o Windows, Mac e Linux, mas por enquanto ainda está em fase de testes.
Usando a máquina virtual Antes de iniciar os testes no Chromium, é importante lembrar que ele está disponível para instalação de duas maneiras: fazendo um boot e rodando no Pen drive ou com a máquina virtual. Optamos pela máquina virtual. Os passos feitos foram:

1. Após baixar o arquivo, abra a máquina virtual (recomendamos o VirtualBox) e crie um nome para o seu sistema. Em "Tipo", escolha "Linux" e em "Versão" escolha "Other Linux". Clique em "Próximo";

2. Na tela de "Disco rígido", selecione "Utilizar um disco rígido virtual existente";

3. Na mesa tela, clique no ícone da pasta e selecione o arquivo que você baixou, o sistema "ChromeOS-Vanila";


4. Depois de pronto, clique com o botão direito no botão da máquina virtual e vá em "Configurações...";


5. Você precisa fazer duas mudanças. Primeiro, vá na aba "Sistema" no canto esquerdo da janela. Depois, desabilite a opção "Habilitar dispositivo de apontamento absoluto". Assim, você não terá problemas com o mouse na nova máquina. Se você não desabilitar essa opção, ele pode não funcionar;


6. Agora clique na aba "Rede" e na área "Avançado" vá em "Tipo de Placa" e escolha a opção "Intel PRO/1000MT Desktop"para a sua máquina.

Agora que está tudo ok, basta ligar a máquina virtual e começar a usar o Chromium.

Primeiros passos

Logo que você ligar o Chromium pela primeira vez, o sistema irá perguntar 3 coisas básicas: a língua que você usa, o seu tipo de teclado e a sua conexão de Internet.

Não se preocupe, pois já existe a opção de português para o Brasil e o teclado brasileiro (ABNT). A Internet é essencial nesse sistema do Google, pois ele é todo baseado nas suas conexões com a rede. Por isso, escolha sua rede e conecte-se, pois ao ficar offline no sistema você perderá as suas principais funções.


Depois de configuradas as funções mais importantes, você precisará entrar com seu nome de usuário Google e inserir a sua senha. Como o sistema fica online, já era de se esperar que cobrasse sua conta Google. E não pense que isso é novidade: o Windows 8 faz essa cobrança também e pede uma conta da Microsoft para poder iniciar o sistema.


Por fim, escolha uma imagem para a sua conta na tela de login. Não se preocupe muito com isso, pois você poderá mudar a imagem mais tarde.

Agora sim, com tudo configurado, você pode finalmente ver o novo sistema operacional.

Capacidades do Chromium

A primeira coisa que dá para notar no Chromium é que o cursor do mouse dele é muito mais lento que o do Windows. Quem já usou ou tem o costume de usar computadores com o sistema Mac sabe que o mouse é um pouco mais lento. Porém, no caso do Chromium, essa lentidão chega a atrapalhar o desempenho do sistema, pois muitas vezes você demora para arrastá-lo de um lado para o outro e até para mirá-lo no lugar correto antes de clicar. Esse talvez seja um dos problemas que podem ser corrigidos nas próximas versões.
Fora isso, você também poderá notar uma janela, que irá se abrir automaticamente quando você ligar o sistema pela primeira vez. Ela irá mostrar todos os recursos do Chromium e você poderá ler mais sobre cada um ao clicar neles.


Veja abaixo cada um dos recursos já dosponíveis no Chromium:
  • Aplicativos da Web: Programas que permitem ao usuário criar documentos, planilhas, apresentações, além de bater papo, fazer chamadas eletrônicas, reproduzir músicas e acessas softwares a partir de outros computadores;
  • Touchpad: O Chrome pensou nos tablets, smartphones e o uso cada vez mais comum de notebooks. Por isso, criou um sistema de touchpad diferente. Você pode utilizar o touch de quatro maneiras diferentes. A primeira, mais comum, você clica e arrasta um objeto com o dedo. Na segunda, você faz a mesma coisa com dois dedos. Um outro método permite que você use os dois dedos, porém sem a necessidade de estarem juntos para funcionar. O último método, um pouco diferente dos demais, permite que você arraste um objeto com um dedo e mantenha um segundo dedo parado no touchpad. Você pode fazer os quatro testes, arrastando o logotipo do Google até um círculo indicado;

  • Salvar arquivos no Google Drive: Com um aplicativo de arquivos, você pode salvar todos os seus arquivos no Google Drive, o sistema de armazenamento em nuvel do Google. O Chromium tem acesso direto ao Drive, por isso você sempre estará conectado a ele. E, caso precise usá-lo sem estar conectado, ele também funciona offline. Além disso, os arquivos do Drive são ótimos aplicativos de texto, pois você pode compartilhá-los e até alterá-los em tempo real enquanto outros usuários também alteram o mesmo arquivo;
  • Trabalhar offline: O Chromium tem o problema de funcionar bem somente quando está conectado a uma rede. Isso porque ele foi pensado para usuários que usam a Internet constantemente. Por isso, quando está offline, você não tem muito o que fazer nele. Mas para garantir que ele não se torne completamente inutilizável, algumas funções estão disponíveis: ler e escrever e-mails do Gmail, alterar e escrever documentos do Google Docs e reproduzir arquivos de mídia (MP3 ou vídeo), além de visualizar fotos. O e-mail e os documentos, entretanto, só funcionarão corretamente quando a conexão com a Internet se reestabelecer;
  • Recursos adicionais: A vantagem de se usar um sistema baseado na Internet, no caso do Chromium é ganhar 100 GB de espaço em nuvem, para armazenar o que você quiser. Para isso, você deve fazer um cadastro. Mas faça somente se já estiver com o Chromium instalado corretamente, pois esse armazenamento só pode ser ativado uma vez por máquina;
  •  Bate-papo: Utilizando o Google Talk, você poderá se comunicar com seus amigos, além de fazer ligações telefônicas e conversar via hangout (via vídeo). Basta baixar os aplicativos necessários para cada serviço;
  • Editor de fotos: Com ele, você pode corrigir alguns detalhes em suas imagens, como alterar o brilho. É com ele também que você pode ver as suas imagens no computador;
  • Impressora: Para usar a impressora no Chromium, é preciso conectá-la ao Google Cloud Print, um aplicativo do Google que reconhece a sua impressora para você imprimir seus arquivos e imagens;
  • Papel de parede: Para deixar o Chromium com a sua cara, você pode mudar o papel de parede (inicialmente ele é totalmente cinza). Para isso, vá nas configurações que estão na parte inferior direita da área de trabalho. Você poderá definir o papel de parede, mudar a imagem tema do seu navegador e a foto do seu perfil;
  • Atalhos de teclado: É muito importante aprender os atalhos do teclado para o Chromium, para que você o utilize da maneira mais confortável possível. Além dos atalhos da imagem abaixo, testamos o botão do logo do Windows presente em muitos teclados. Esse botão também funcionou no Chromium, abrindo a área de arquivos;

  • Sincronizar dispositivos: Essa é outra vantagem de se usar um sistema baseado na Internet. Com o Chromium, você pode sincronizar seu PC, notebook, tablet e smartphone. Assim, você poderá acessar seus arquivos de qualquer lugar, com qualquer aparelho, sem depender de uma única máquina;
  • Antivírus: O Chromium oferece um antivírus com múltiplas camadas de segurança, essencial para quem vai utilizar todas as ferramentes por um navegador de Internet. O Google também dá uma dica para quem procura mais privacidade: navegar em moto anônimo, para não salvar o histórico das navegações (também leia mais sobre nossa matéria sobre como apagar o histórico da Internet).

Primeira impressão

Após saber de toda a capacidade do sistema, enfim testamos o Chromium. Para começar, é possível perceber que ele só possui três botões. O primeiro, é o símbolo do Chrome:
Esse botão pode enganar os desavisados, pois ele fica no canto inferior esquerdo e lembra muito o botão iniciar do WIndows. Na verdade, ele apenas abre uma janela com o navegador do Google, o Google Chrome 24 Em português Ouro No ranking semanal. O problema é que não adianta clicar duas vezes para abrir duas janelas. Depois de aberta, ele só abrirá novas abas. Outro problema é que, quando clicamos em configurações do Chromium, ele abria as configurações do Chrome (o navegador). Esse tipo de situação confunde o usuário e o Google Chrome mostrou-se menos eficaz do que em sua versão do Windows.
Outro botão presente no sistema é o que mostra os seus arquivos do computador:
Ele é um botão útil, mas um pouco desorganizado. Primeiro, porque está ao lado do botão do navegador e intuitivamente não é nele que você acaba clicando primeiro (até porque seu design não lembra um botão iniciar). Outro problema é que ele mostra todos os seus programas disponíveis, mas, ao clicar neles, serão abertos em uma aba do Google Chrome.


Mesmo o "Local Media Player" abriu em uma aba do Chrome. E durante todo o
período de testes, ele não funcionou.

Aplicativo de vídeo do Chrome não funcionou corretamente
Fora isso, a pasta com os arquivos também tem o navegador do Chrome, um aplicativo da Chrome Web Store (que abre o Chrome diretamente na página de extensões do serviço) e a pasta de arquivos (Files) que podem ser lidos offline.


Essa pasta abre todos os arquivos disponíveis no computador. Ele funciona offline, mas fará sincronização assim que se conectar com a Internet. Nessa página, você pode ver que existe no canto superior esquerdo um botão, que abre seus arquivos do Google Drive (compartilhamento em nuvem).


O Drive aparece na sua tela como se fosse uma pasta com todos os seus arquivos de texto. No entanto, ele está online e sincronizado o tempo todo com as pastas disponíveis na sua nuvem. O lado bom é que, quando você fica offline, esse sistema ainda funciona.


Para finalizar, esse botão de arquivos também tem uma barra de buscas. Nela, você pode digitar o que quiser. Como é possível ver no teste abaixo, o Chromium exibe os resultados de diversas formas:
  • Para você pesquisar mais sobre o assunto no Google (abre uma aba no Google Chrome);
  • Para você usar um aplicativo do seu computador (caso tenha um arquivo de mesmo nome instalado na máquina);
  • Corrige a palavra ou oferece um complemento para ela. Nesse caso, você pode clicar para procurar essa indicação no Google também.

O último botão que aparece na tela inicial do Chromium é o relógio:
Além de indicar as horas, ele também tem a sua foto de perfil (aquela que você escolhe logo no início). Se você clicar nele, poderá ver uma tela para alterar a imagem, mudar o brilho e até deslogar com sua conta e entrar com outra. O problema é que ele se parece com um relógio comum e, por estar no canto inferior direito, não parece ser um botão. O usuário só vai descobrir se clicar nele, o que é um problema, já que é a única maneira de deslogar com sua conta google para usar o Chromium como outro usuário.

Navegando com o Chromium

Você deve imaginar que um sistema operacional voltado totalmente para um usuário que se mantém online o tempo todo vai ter uma ótima navegação de Internet. Mas não é por aí.
Toda vez que você abre uma nova aba do Chrome, ele vai mostrar todas as páginas visitadas recentemente, a menos que você tenha navegado em modo privativo ou deletado o histórico. O problema é que, como você é obrigado a entrar com uma conta para usar o sistema, seus dados ficarão gravados sempre e isso pode acabar deixando vazar sua privacidade.


Outro lado ruim é que a tela inicial, mostrando tudo o que há de melhor no Chrome, só abre uma vez na máquina. Depois que você fechar, ela só vai abrir no navegador. E muitas vezes é preciso procurá-la, o que pode ser uma complicação para usuários menos experientes.
Entrando na Chrome Web Store, você pode procurar por aplicativos para aumentar a capacidade do seu computador. Mas lembre-se: essa é a única loja. Se você não encontrar o que quer aqui, não poderá baixar em mais nenhum lugar. Isso porque essa loja é a única que possui arquivos reconhecidos pelo sistema.


A Chrome Web Store é bagunçada, difícil de se encontrar o que você deseja. Mas com um pouco de paciência você pode baixar alguns aplicativos úteis. No teste, por exemplo, o Google reconheceu pelo histórico de navegação que haviam sido feitas compras em uma loja online. Um aplicativo dessa loja apareceu na página inicial da web store, indicando que era possível acessá-la com maior facilidade caso o plugin fosse baixado.
Outro lado bom é que o Google apostou em modos de busca de aplicativos a partir do que está na moda. Por isso, você pode ver, pela loja, os aplicativos que você já tem, os que estão em destaque, os mais populares (mais baixados) e os que estão na tendência (estão com muitos downloads e crescendo). Se você possui uma conta do Google+ Em português (a rede social do Google), poderá ver também o que os seus amigos tem usado e experimentar também. O problema é que essa rede social ainda não chamou a atenção de muitos usuários, que preferem o Facebook Em português Ouro No ranking semanal (que não está integrado a Chrome Web Store).
Mais problemas foram encontrados durante a navegação. Diversos arquivos (inclusive disponíveis na Chrome Web Store) não funcionaram como deveriam, deram erro ou não abriram. Por isso, diversas funções consideradas básicas acabaram sendo impossíveis de se realizarem no sistema Chromium OS.
Mesmo com o aviso, não foi encontrado nenhum app para abrir o arquivo
Mas, se tudo está online, talvez tudo o que funcione somente online funcione corretamente, certo? Errado.
Alguns sites mais simples e usados no dia-a-dia entraram sem nenhum problema. O Outlook (novo Hotmail), da Microsoft (dona do Windows), entrou normalmente.

O Facebook, maior rival do Google+, também entrou sem nenhum problema.

Mas e o YouTube Em português Ouro No ranking semanal, maior canal de vídeos da Internet e propriedade do próprio Google? Ele não conseguia rodar nenhum vídeo.

O site insistiu para que fosse instalada uma nova versão do Adobe Flash Player, para que o navegador pudesse suportar a reprodução do vídeo.

Entramos no site da Adobe para iniciar o download, mas uma mensagem surpreendeu: o Chrome já estava com o Adobe mais recente e seria atualizado automaticamente caso houvessem novas versões do Flash Player. O problema então ficou sem solução e nenhum vídeo do YouTube pôde ser assistido.
Depois desse problema, ficou-se a dúvida: como um um vídeo do YouTube, propriedade do Google, não rodou no Chrome, propriedade também do Google, que estava funcionando no Chromium OS, sistema operacional Google? Esse erro é o suficiente para se pensar duas vezes antes de migrar o seu sistema.
Mas mesmo assim, vale a pena conferir o Chromium. Ele está em testes e pode ter seus defeitos, mas é possível imaginar o que o Google imagina para o futuro dos sistemas operacionais. Quem sabe, caso ele trabalhe offline e sem abrir tudo no navegador, ele não se torne um bom sistema?

Fonte: http://www.superdownloads.com.br/

sexta-feira, fevereiro 22, 2013

Como criar uma distribuicao Linux


O Linux é, sem dúvida, o sistema operacional que mais possui variações. A cada dia, novas distribuições são lançadas na internet, cada uma voltada a um público mais específico. Mesmo com todas as opções de distros na rede mundial de computadores, sempre fica aquela sensação de que está faltando uma ferramenta (e sobrando outras).
Para ter um sistema operacional que atenda a todas as suas necessidades e tenha os programas necessários pré-instalados, só mesmo construindo a sua própria distribuição.

Como criar uma distribuição Linux

Vai precisar de...

  • Ubuntu Builder;
  • Imagem ISO da distribuição na qual seu sistema será baseado;
  • Pacotes DEB dos aplicativos que deseja tornar padrão do SO.
A instalação do Ubuntu Builder pode ser feita por meio do Terminal do Ubuntu. Basta digitar os seguintes comandos:
                          sudo add-apt-repository ppa:f-muriana/ubuntu-builder
                          sudo apt-get update
                          sudo apt-get install ubuntu-builder

Mãos à obra

Depois de instalar o Ubuntu Builder, é hora de executá-lo e dar início ao processo de criação da sua distribuição. O primeiro passo para construir seu sistema operacional é selecionar a imagem ISO da distro no qual ele será baseado. Para isso, clique sobre a opção “Select ISO” e navegue pelos diretórios do sistema até aquele em que o arquivo está.

Como criar uma distribuição Linux

Caso você não tenha a ISO ainda, pode clicar em “Get Ubuntu” e marcar a versão do Ubuntu que deseja baixar. Na hora de finalizar o processo e gerar o arquivo da sua criação, o Ubuntu Builder faz o download do Ubuntu automaticamente. Mas lembre-se de que isso fará com que o processo final demore um pouco mais do que o de costume.
Antes de prosseguir com a seleção dos aplicativos e demais características, preencha os campos exibidos na tela principal com o nome da distribuição, nome-padrão de usuário para o liveCD e, por fim, o apelido com o qual a máquina será identificada quando o sistema estiver sendo executado diretamente do CD.

Como criar uma distribuição Linux 

Depois isso, o trabalho mais pesado começa. Na parte mais à direita da tela, você encontra oito opções de configuração, cada uma delas responsável pela personalização de um item diferente na distro. A seguir, confira o que alguns desses botões permitem realizar.

Select DE/WM

A primeira opção permite que você selecione o ambiente gráfico a ser utilizado como padrão na distribuição que está sendo criada. Além dos já conhecidos GNOME e KDE, também é possível selecionar itens como “XFCE4”, “LXDE”, “OpenBox” e “BlackBox”.
Como criar uma distribuição Linux 

Editor sources.list

Clicando no segundo botão da coluna mais à esquerda, você pode editar a lista de repositório de aplicativos utilizada pela distribuição para baixar e instalar a maioria das aplicações. É preciso ter cuidado nessa etapa para não remover itens comprometam a integridade do sistema.

Install deb packages

Se você quer que o seu SO tenha uma aplicação instalada, mas ela não pode ser encontrada no repositório padrão do Ubuntu, pode utilizar a opção “Install deb packages” para adicionar os pacotes de instalação de qualquer programa. Os arquivos DEB devem estar presentes no disco rígido do seu computador para que possam ser utilizados.

Como criar uma distribuição Linux 

Synaptic

O item “Synaptic” permite que você utilize o Synaptic para adicionar e remover pacotes ou aplicações. Sem dúvida, uma ótima opção para quem não tem muita paciência para editar algumas das configurações citadas acima utilizando o editor de texto.

Como criar uma distribuição Linux


Terminei! E agora?

Depois que você configurar todas as características da sua distribuição, é possível testar as opções clicando no botão “Test”, presente no canto superior direito da interface do Ubuntu Builder. Quando tudo estiver como o esperado, clique em “Build” e aguarde até o processo ser finalizado e a imagem ISO do SO, criada.
No botão “Settings” do Ubuntu Builder, é possível escolher qual ação o aplicativo deve tomar ao final do procedimento. Você pode, por exemplo, fazer com que a ISO criada seja imediatamente gravada em uma mídia.

Como criar uma distribuição Linux 

O programa possui um assistente para a criação do sistema operacional, o qual pode ser ativado com um simples clique sobre a opção “Wizard”. O processo de configuração é bem parecido, e você pode personalizar as mesmas características. A diferença é que o Ubuntu Builder é quem decide quais itens serão modificados antes.

Considerações finais

Para não ter problemas de espaço em disco durante a criação da sua distribuição, certifique-se de que há, pelo menos, 3 GB livre no HD do computador. Além disso, ter os pacotes DEB e a imagem do Ubuntu (ou do Mint) também ajuda a tornar o processo mais eficiente.

Como criar uma distribuição Linux

É preciso ter um pouco de paciência enquanto a ISO é construída. Dependendo da quantidade de modificações realizada e de aplicativo inseridos, a tarefa pode ser bem demorada.

Agora que você viu que não há segredo algum na criação de uma distribuição Linux, aproveite para criar sua própria versão do sistema operacional e espalhá-la pela internet.

Recuperar arquivos deletados no Ubuntu

 Conheça um processo rápido para encontrar seus documentos perdidos.
 

Por vezes, nos deparamos com situações em que vários arquivos de pendrives ou pastas do HD simplesmente desaparecem. Normalmente, isso acontece por alguma alteração feita no disco quando você estava desatento. Sendo assim, só resta lamentar as perdas, certo?



Não definitivamente. Saiba que existem formas que podem recuperar tudo o que você perdeu sem muita complicação. Com alguma distribuição Linux instalada no seu PC, é possível reverter o processo e conseguir acessar tudo o que você perdeu ou pelo menos parte disso. Para tal, você precisa instalar o software Foremost na sua distro.

Passo 1

Para adicionar o tal programa ao seu sistema, você pode fazer o download pela Central de Programas do Ubuntu ou baixar o arquivo neste link.
Como vamos utilizar uma versão do Ubuntu neste tutorial, faremos o processo a partir da Central de Programas. Sendo assim, encontre a central no seu sistema, na barra de atalhos ou pesquisando através do menu de aplicativos do SO.

Passo 2

Com a Central de Programas aberta, pesquise o nome do Foremost na barra de buscas. Assim que os resultados estiverem compilados, selecione o item “Aplicação forense para recuperar dados” e, em seguida, clique em “Instalar”.
Linux: como recuperar arquivos deletados

Passo 3

Agora, você precisa conectar o disco ou memória flash do qual deseja recuperar arquivos deletados. No entanto, se o dispositivo em questão for um HD interno, será preciso reiniciar o Ubuntu para dar continuidade ao procedimento.

Passo 4

Com o PC novamente iniciado, é necessário acionar o terminal do sistema para restaurar os arquivos. Sendo assim, vá ao menu de aplicativos do Ubuntu e pesquise “terminal”. Em seguida, clique na alternativa correspondente entre os resultados.
Linux: como recuperar arquivos deletados

Passo 5

Para continuar, você deverá estar logado no terminal, caso contrário, assim que a primeira linha de comando for digitada, a sua senha será requisitada.
Desse modo, digite o seguinte comando:
sudo fdisk -L
  Feito isso, analise a tela exibida no terminal e identifique o disco do qual serão recuperados os arquivos observando o espaço total de cada um. Em nosso caso, o pendrive que vamos utilizar ficou como “/dev/sdc”.
Linux: como recuperar arquivos deletados

Passo 6

Neste momento, será necessário criar uma réplica raw do seu disco. Dependendo do espaço do dispositivo, o procedimento pode ser um pouco demorado. Para tal, digite a linha:
sudo dd if=/dev/sdc/ of=pendrive.raw
  Onde escrevemos “/dev/sdc/”, substitua pelo nome do seu disco. Feito isso, entre com a próxima linha de comando:
sudo foremost -t all -i pendrive.raw -o recuperados
  Em nosso caso, utilizamos “all” para selecionar todos os itens para a recuperação. No entanto, se você procura apenas um documento ou imagem, substitua esta parte pela extensão do arquivo procurado. Caso seja uma foto, coloque JPG, JPEG, GIF etc.

Passo 7

Com isso, os seus arquivos já devem estar recuperados. Sendo assim, para acessá-los, digite o seguinte comando:
sudo nautilus recuperados
  Desse modo, o navegador de arquivos exibirá um diretório com todos os arquivos recuperados separados por pastas que indicam a extensão dos documentos. No entanto, os itens não retornam com os antigos nomes e será preciso procurar o que você deseja dentre as opções.
Nota: este processo de recuperação é válido apenas para os arquivos que foram deletados do disco, porém o local onde estavam não foi reutilizado. Ou seja, nada foi gravado na mesma área onde eles tinham sido registrados anteriormente.

Fonte: www.tecmundo.com.br 








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sexta-feira, fevereiro 15, 2013

Instale Prophet Icon 13 no Ubuntu 12.04/11.10/Mint 13


Hoje vamos ver um belo tema de ícones para o Ubuntu / Linux Mint chamado Prophet Icon 13 que é composto de excelentes ícones 3D. Este tema ícone é compatível com os seguintes ambientes de desktop: 
  • Unity
  • Gnome Shell
  • Gnome 3
  • Xfce
Aqui estão alguns screenshots do Prophet Icon 13 no Unity: 



Instalação 
Para instalar o Prophet Icon 13 no Ubuntu 12.10/12.04/11.10 ou Linux Mint 13, execute estes comandos no terminal: 

sudo add-apt-repository ppa:upubuntu-com/icons
sudo apt-get update
sudo apt-get install propheticon13


Você pode usar qualquer um dos seus programas favoritos (Gnome Tweak, MyUnity, etc) para que este tema de ícones seja instalado, ou fazê-lo através do terminal com o comando: 

gsettings set org.gnome.desktop.interface icon-theme 'ProphetIcon13'




Fonte: http://www.dihitt.com.br/barra/instale-prophet-icon-13-no-ubuntu-12041110mint-13